Minhocas são seres amorosos e muito prestativos. Têm uma relação muito íntima com a terra e o reino mineral, sendo fundamentais na manutenção da vida no solo e, conseqüentemente, para a vida na superfície.

Elas representam um elo crucial na transformação da matéria, sem elas os elementos que nutrem a vida não retornariam ao seu estado mineral original, interrompendo assim esse ciclo.

Pela classificação que receberam dos humanos, pertencem ao grupo dos anelídeos, se dividindo em diferentes espécies, cada uma com características e hábitos próprios.

A decomposição de resíduos orgânicos com a presença das minhocas é chamado de VERMICOMPOSTAGEM, um processo mais lento que a COMPOSTAGEM. Na verdade um complementa o outro, dependendo do caso.

A compostagem em si envolve a fermentação dos resíduos, onde os microorganismos que participam dela são habituados a temperaturas que podem chegar aos 60ºC – veja mais sobre isso em COMPOSTEIRA. Pode-se dizer que a vermicompostagem é, portanto, um processo de compostagem parcial, onde vários organismos – além das minhocas – se alimentam da matéria orgânica e assim participando na sua decomposição.

Aquilo que conhecemos como HÚMUS pode se referir ao esterco da minhoca, mas também pode ser o de outros microorganismos que participam nessa etapa do ciclo. Húmus em geral significa matéria orgânica depositada no solo, resultante da decomposição de animais e plantas mortos, e é um excelente regenerador do solo.

Importância das minhocas

As minhocas cultivadas dentro de casa podem nos ajudar a resolver a destinação de uma parte considerável daquilo que seria o nosso lixo, poupando assim energia de transporte, na disposição em aterro sanitário e o meio ambiente. Pelo resultado que se obtém, o húmus, economiza-se ainda outro tanto de energia deixando de adquirir adubos comerciais ou fertilizantes químicos derivados de petróleo.

Veja mais sobre as minhocas no tema COMPOSTAGEM.