A respeito de agricultura urbana, jardins comestíveis, hortas dentro de casa e afins – coisas que tanto se fala hoje em dia -, exitem certos valores esquecidos os quais deveríamos reaprendê-los e aplicá-los, independente da nossa situação.

Vejamos, o que nos impulsiona realmente a cultivar uma horta ou um jardim? Para uns é um lazer, para outros uma terapia, já se pensa até em “alimentação autosustentável” no sentido de subsistência, em depender menos de fontes externas, etc. Em geral, em todas essas situações, estamos diante de nossos jardins de uma forma mais ou menos utilitarista, ou seja, esperamos dele algum resultado que nos satisfaça.

Num primeiro momento parece que não há nada de errado nisso, afinal, aprendemos desde criança, cartesianamente, a plantar, colher, extrair e usufruir os frutos da terra. Do ponto de vista desse fragmento de informação pode ser que esteja tudo certo, porém, se nos limitamos tão somente à questão prática e isolada do todo perdemos a oportunidade de grandes descobertas, e até mesmo – quem sabe? – grandes mudanças na nossa vida.

Não seria hora de irmos além do básico?

Podemos começar (ou continuar) nos perguntando: o que damos em troca da doação da natureza para nós? Damos água? Adubo?

Para compreendermos isso, inicialmente faremos uso de informações que não se encontram em livros de agricultura ou jardinagem convencionais – mas ainda dentro da classificação “cientificamente comprovado”. Por exemplo, já faz tempo que cientistas demonstraram que as plantas percebem a nossa intenção, elas percebem cada um que chega perto e têm uma reação de acordo com o que sentem.

Seria bom prestar mais atenção quando passamos por uma planta, pois se passamos por ela sabendo que está nos percebendo isto muda a sua atitude, muda o nosso contato com ela e com o tempo isto vai criando uma relação entre o reino humano e o reino vegetal além dessa relação materialista que estamos acostumados.

Perceba a sutileza nisto: Se você cultiva flores para enfeitar a sua casa, as plantas te sentirão de um jeito, mas se você cultiva flores e ainda ajuda de forma gratuita com que sejam cada vez mais belas dentro da realização delas, então elas sentirão outra coisa, mais elevada.

Se elas podem perceber a nossa intenção, os nossos pensamentos então afetam as plantas como se fossem ações concretas. Cuidado com os pensamentos, portanto!

Uma experiência realizada por um grupo de cientistas (A Vida Secreta das Plantas, Peter Tompkins e Christopher Bird, 10ª edição, 1993), mostrou que as plantas reagem com a música, e de forma diferente de acordo com o tipo de música! Aquelas expostas ao som de rock cresciam para o lado oposto ao autofalante, sendo que aquelas do ambiente com música clássica cresciam em direção ao autofalante – algumas até abraçando o autofalante!

Quem lida com sementes de forma desisteressada e com amor (sem esperar resultados ou lucro), pode passar por um processo (de cura) por causa daquilo que as sementes irradiam. Esse é um conhecimento que se perdeu, em tempos antigos mesmo as pessoas que tinham outras atividades dedicavam um tempo para a jardinagem, conscientes em captar a energia para o seu desenvolvimento mental e psíquico que as sementes poderiam enviar.

Vejam quanta coisa está por trás da na nossa horta! Plantar alfaces em casa pode proporcionar uma contribuição para o planeta que não fazemos idéia! Isto é apenas um grãozinho perto de tudo mais que podemos descobrir.

Agora que somos um pouco mais conscientes disto, e a medida que compreendemos melhor o nosso papel diante das plantas e sementes, devemos cultivar a terra amorosamente, cuidando da qualidade do nosso pensamento e jamais esperando uma resposta ou recompensa. Faça da jardinagem a sua contribuição para o bem comum.

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